PAULO EDUARDO SARTORAN
É um menino de palavra. Deixava as professoras de redação doidas porque escrevia 15 páginas quando elas pediam 15
linhas. Não por acaso se tornou redator publicitário, indo parar nas agências de propaganda, onde aprendeu a se
alimentar de pizzas, jornais e revistas. Hoje recomenda suco de laranja, banana amassada, mamão e aveia no café
da manhã em lugar de pão francês e café puro, porque é mais saudável. Se possível bem acompanhado de informação,
porque nem todo mundo vive sem ela.
Já nasceu lendo gibi e está guardando “Crime e castigo” e “Guerra e paz” para se ocupar quando for velhinho. Já leu
enciclopédia, bula e gramática por engano e de tanta leitura publicou “Contos para ninar gente grande”, que um
conluio da União Brasileira de Escritores resolveu premiar.
É um apaixonado por música, cinema e M&M, não necessariamente nessa ordem. Aqui para o ICAL promete trazer o cinema
à frente, embora não seja crítico. Crítico só com o PT, com os deputados e os senadores.
Escreve para o jornal Folha de Valinhos, da terra de Adoniran Barbosa, e para o Jornal Semana em Destaque, de
Indaiatuba, onde mora com intermitência: nasceu em São Paulo, já veio, já voltou, já viajou, morou na lua, já foi
de novo e já veio outra vez; já rodou 37 vezes ao redor do sol, mas continua um menino.
MATÉRIAS:
•
Um furacão de liberdade•
Uma vida de paixão•
A vida de Émile Zola